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    Aula de moda, História da moda, jeans

    A calça flare

    04 de abril de 2017

    Ela é uma das silhuetas mais marcantes das calças femininas e tem, nos últimos anos, dividido os holofotes com modelos sequinhos e bem amplos – também conhecidos como skinny e boyfriend. Mas não foi fácil chegar até aqui: por muito tempo, a calça com boca ampla ficou relegada às lembranças do flower power, dos hippies e da cena disco/funk dos anos 70.


     


    flare70


     


    woodstock1


     


    Na foto acima (da revista Life), que mostra o Festival de Woodstock, é fácil confirmar que, nos tempos em que era conhecida como boca de sino e era menos justa nas coxas, ela não fazia diferença de gênero: era usada por homens e mulheres. Até porque ela é herdeira do formato das calças dos uniformes dos marinheiros – como podemos ver na cena do filme Um Dia em Nova York, de 1949.


     


    um dia em nova york


     


    Depois de um período em que ficou relegada às fantasias com inspiração hippie, a boca de sino foi rebatizada flare e conquistou seu espaço nas passarelas e nas ruas. Afinal, variar a silhueta é uma das regras do jogo fashion. As calças que se abrem a partir do joelho até a boca têm seus truques, mas são bastante democráticas. Combinadas com os tops corretos, ficam perfeitas nas baixinhas e nas “altonas” e é capaz de equilibrar contornos corporais. O truque é prestar atenção aos volumes e proporções para chegar na melhor silhueta.


     


    Que tal folhear duas galerias que mostram a flare na visão dos estilistas?




    Das passarelas… para as ruas! Clique e encontre algumas surpresas…





     


    Se ela era usada com sandalinhas ou pés descalços nos anos 60 e combinada com plataformas nos anos 70, hoje ela virou a melhor amiga de saltos de médio para altos, sempre ficando a milímetros do chão e, truque super sábio, com a barra feita em suave diagonal, para liberar o peito do pé e impedir aquele indesejável efeito “está faltando alguma coisa aqui” causado por pés totalmente escondidos. O importante é definir com qual tamanho de salto você vai gostar de usar suas flare, ainda antes de fazer a bainha. Assim não vai correr o risco de usar a flare curta demais.


     


    O modelo parece ter nascido para valorizar os jeans, mas também combina com outros tecidos mais encorpados, todas as cores e também com estampas – neste caso, sempre tomando cuidado para não forçar demais a mão na referência sessentista. Bia Paes de Barros, consultora de moda e dona do novíssimo e já poderoso canal Roupa de Padoca, dá os conselhos finais para que você tenha toda a segurança ao usar suas flare. Até porque, como a gente sabe, segurança é a mãe da elegância!


     



     


    Tudo certo, tudo conferido? Agora, uma sugestão apaixonante, vinda direto da loja: a flare perfeita da Carmim.


     


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    Claro, já que a flare tem uma história tão ligada à cultura pop, como não criar uma trilha inspirada nela? Vem ouvir!




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